os Convites
Que fazemos à você, em cada proposta que trazemos:
INTEGRAÇÃO
dos diversos aspectos do Ser
ALINHAMENTO
de Pensar, Sentir e Agir
Acessar
e sustentar espaços de Silêncio
Sustentar
Perguntas poderosas
Incluir
o ensinamento no cotidiano.
Ser no dia-a-dia
Atuar
nos diversos campos/corpos com técnicas adequadas
ser
Você já é e Você já sabe
responsabilidade individual
Permissão e Comprometimento
INTEGRAÇÃO DOS DIVERSOS ASPECTOS DO SER
Você não é apenas mente. Não é apenas emoção. Não é apenas corpo. Não é apenas espírito. Você é tudo isso simultaneamente — e mais. O convite é parar de fragmentar-se em partes e começar a viver como um Ser Integrado.
A cultura moderna nos ensinou a compartimentalizar:
No trabalho, seja racional
Em casa, seja emocional
Na academia, seja físico
Na igreja/templo, seja espiritual
Essa fragmentação cria:
Exaustão
gastar energia mantendo partes separadas
Incongruência
dizer uma coisa, sentir outra, fazer outra
Desconexão
não saber mais quem você realmente é
Conflito interno
partes de você lutando entre si
Imagine um rio que foi dividido em vários canais artificiais. Cada canal tem sua função, mas a força do rio se dispersou. A integração é remover as barreiras e permitir que o rio flua em toda sua potência natural.
Não se trata de:
Eliminar partes de você
Escolher qual aspecto é “melhor”
Forçar harmonia artificial
Trata-se de:
Reconhecer todos os aspectos como legítimos
Permitir que se comuniquem entre si
Confiar na sabedoria do sistema integrado
Celebrar a riqueza de ser multidimensional
Imagine um rio que foi dividido em vários canais artificiais. Cada canal tem sua função, mas a força do rio se dispersou. A integração é remover as barreiras e permitir que o rio flua em toda sua potência natural.
Em cada encontro, trabalhamos simultaneamente com:
O corpo (respiração, movimento, sensação)
As emoções (acolhimento, expressão, transmutação)
A mente (compreensão, ressignificação, clareza)
O espírito (conexão, expansão, transcendência)
Não há hierarquia. Não há “mais importante”. Há integração.
ALINHAMENTO DE PENSAR, SENTIR E AGIR
Não é necessário escolher entre ser uma pessoa que pensa, uma pessoa que sente ou uma pessoa que faz. O convite é alinhar esses três centros para que fluam naturalmente em coerência.
Desalinhamento comum:
Penso uma coisa, sinto outra, faço uma terceira
Minha mente diz “sim”, meu coração diz “não”, meu corpo trava
Tomo decisões racionais que meu emocional sabota
Sinto impulsos que minha mente julga e meu corpo não executa
Consequências:
Procrastinação crônica
Autossabotagem
Sensação de estar “travado”
Falta de confiança nas próprias decisões
Relacionamentos confusos (sinais mistos)
Imagine uma orquestra onde cada músico toca uma música diferente. O resultado é cacofonia. Agora imagine a mesma orquestra tocando a mesma sinfonia, cada instrumento contribuindo com sua parte única. O resultado é harmonia.
Pensar, sentir e agir são os três instrumentos principais da sua orquestra interna.
Passo 1: Reconhecer o desalinhamento
Onde há conflito entre o que penso, sinto e faço?
Qual centro está dominando? Qual está sendo ignorado?
Passo 2: Dar voz a cada centro
O que minha mente pensa sobre isso?
O que meu coração sente sobre isso?
O que meu corpo quer fazer sobre isso?
Passo 3: Buscar o ponto de convergência
Existe algo que os três concordam?
Qual é a ação que honra pensamento, sentimento e impulso?
Passo 4: Agir a partir da coerência
Quando os três estão alinhados, a ação flui naturalmente
Não há resistência interna, não há autossabotagem
Cada jornada trabalha os três centros:
Conteúdo teórico → alimenta o pensar
Práticas meditativas → nutre o sentir
Orientações práticas → direciona o agir
O objetivo não é que você “aprenda” algo.
É que você se lembre algo — você é uma pessoa inteira onde pensar, sentir e agir são uma coisa só.
ACESSAR E SUSTENTAR ESPAÇOS DE SILÊNCIO
Em um mundo de ruído constante — externo e interno — o convite é aprender a acessar e, mais importante, sustentar espaços de silêncio. Não como fuga, mas como fonte.
O ruído constante:
Notificações, mídias, conversas, demandas
Pensamentos incessantes, preocupações, planejamentos
Emoções turbulentas, reatividade, drama
Nunca um momento de verdadeira quietude
Consequências:
Incapacidade de ouvir a si mesmo
Decisões reativas em vez de conscientes
Esgotamento mental e emocional
Desconexão da intuição e sabedoria interior
Sensação de estar sempre “correndo”
O silêncio não é ausência. O silêncio é presença plena.
Pense em um lago. Quando há vento (ruído), a superfície se agita e você não consegue ver o fundo. Quando há calmaria (silêncio), a água se torna um espelho — você vê o céu acima e as profundezas abaixo.
O silêncio é o estado onde você pode ver claramente.
Acessar o silêncio é relativamente fácil:
Um momento de meditação
Um instante de contemplação
Uma pausa entre atividades
Sustentar o silêncio é a maestria:
Manter a quietude mesmo em meio ao ruído
Carregar o silêncio para dentro das atividades
Viver a partir do silêncio, não apesar dele
Cada encontro inclui:
Momentos de silêncio guiado — para acessar
Práticas de sustentação — para manter
Orientações para o cotidiano — para integrar
O silêncio não é o objetivo. O silêncio é o meio através do qual a transformação acontece.
SUSTENTAR PERGUNTAS
Em vez de buscar respostas imediatas, o convite é aprender a sustentar perguntas — mantê-las abertas, vivas, trabalhando em você. A pergunta sustentada é mais poderosa que a resposta apressada.
A tirania da resposta:
Cultura que valoriza “ter a resposta”
Desconforto com a incerteza
Pressa em “resolver” e “fechar”
Respostas que limitam em vez de expandir
Consequências:
Respostas superficiais para questões profundas
Repetição dos mesmos padrões (mesmas respostas)
Fechamento de possibilidades
Dependência de “especialistas” externos
Uma pergunta é como uma semente. Se você a planta e imediatamente a desenterra para ver se está crescendo, ela morre. Se você a planta e permite que trabalhe no solo escuro, ela germina, cresce e floresce.
A pergunta sustentada é uma semente plantada na consciência.
O que NÃO fazer:
Buscar resposta imediatamente
Pesquisar no Google
Perguntar para outros
Forçar uma conclusão
Desistir se não vier resposta
O que FAZER:
Fazer a pergunta (em voz alta ou mentalmente)
Sentir o espaço que ela abre
Deixá-la “cozinhar” em segundo plano
Observar o que surge (insights, sincronicidades)
Confiar no timing da revelação
Perguntas de Possibilidade:
“E se…?”
“O que mais é possível?”
“Como seria se…?”
Perguntas de Recurso:
“O que seria necessário para…?”
“O que eu precisaria saber/ser/ter para…?”
Perguntas de Sabedoria Oculta:
“O que eu sei que não sei que sei?”
“O que minha alma sabe sobre isso?”
Perguntas de Expansão:
“O que está além do que estou vendo?”
“Que perspectiva eu ainda não considerei?”
Cada Jornada traz:
Perguntas centrais para sustentar durante o período
Perguntas complementares para aprofundamento
Espaço de silêncio para a pergunta trabalhar
Não damos respostas. Oferecemos perguntas que abrem portas.
INCLUIR O ENSINAMENTO NO COTIDIANO — SER NO DIA-A-DIA
A transformação não acontece apenas nos encontros, nas meditações ou nos momentos “espirituais”. O convite é incluir o ensinamento no cotidiano — ser a consciência integrada enquanto lava louça, trabalha, dirige, conversa.
A espiritualidade de fim de semana:
Práticas espirituais isoladas do resto da vida
“Eu espiritual” separado do “eu cotidiano”
Insights que não se traduzem em mudança real
Retiros que não se sustentam na volta
Consequências:
Vida dupla (espiritual vs. mundana)
Frustração com falta de progresso real
Dependência de “momentos especiais”
Espiritualidade como escape, não como integração
A verdadeira medida da transformação não é o que acontece durante a meditação. É o que acontece quando você abre os olhos.
Cada encontro oferece:
Orientações práticas para o período
Micro-práticas para o dia-a-dia
Perguntas para sustentar nas atividades cotidianas
O encontro é a semente. O cotidiano é o solo onde ela cresce.
ATUAR NOS DIVERSOS CAMPOS/CORPOS COM TÉCNICAS DIFERENTES
Cada corpo/campo tem sua linguagem, suas necessidades, suas portas de acesso. O convite é utilizar técnicas, ferramentas e tecnologias diferentes para cada um, em harmonia — não como colcha de retalhos, mas como orquestra afinada.
Abordagens unilaterais:
Só trabalhar a mente (terapia cognitiva sem corpo)
Só trabalhar o corpo (yoga sem compreensão)
Só trabalhar energia (sem ancoragem prática)
Só trabalhar espiritualidade (sem integração terrena)
Consequências:
Desenvolvimento desequilibrado
Partes evoluídas, partes estagnadas
Transformações que não se sustentam
Confusão sobre qual abordagem usar
Imagine que você quer se comunicar com pessoas de diferentes países. Você não insiste em falar português com todos — você aprende (ou usa tradutores para) cada língua. Da mesma forma, cada corpo/campo tem sua linguagem.
Não se trata de usar todas as técnicas sempre. Trata-se de:
Diagnóstico: Qual corpo/campo precisa de atenção agora?
Seleção: Qual técnica é mais adequada para esse corpo/campo?
Aplicação: Usar a técnica com presença e intenção
Integração: Permitir que o trabalho se espalhe para os outros corpos
Harmonia: Garantir que nenhum corpo seja negligenciado ao longo do tempo
Para o Corpo Físico:
Respiração consciente
Movimento suave e intencional
Ancoragem e enraizamento
Consciência corporal
Para o Corpo Emocional:
Acolhimento sem julgamento
Expressão segura
Exercícios de Transmutação
Trabalho com o Portal do Coração
Para o Corpo Mental:
Conteúdo teórico contextualizado
Ressignificação de crenças
Visualização criativa
Perguntas poderosas
Para o Corpo Energético:
Ativações de centro energéticos
Limpeza de campos
Elevação de frequência
Ancoramento energético
Para o Corpo Espiritual:
Meditação profunda
Conexão com Eu Superior
Canalização de orientações
Contemplação do silêncio
Cada encontro integra trabalho em múltiplos níveis:
Não é “só meditação”
Não é “só teoria”
Não é “só energia”
É uma composição harmônica que toca todos os instrumentos do seu ser.
VOCÊ JÁ É, VOCÊ JÁ SABE
Você não está aqui para se tornar algo que não é. Você não precisa adquirir, conquistar ou merecer sua plenitude. Você já é. Você já sabe. O convite é relembrar, reconectar e acessar mais de quem você sempre foi.
A ilusão da incompletude:
“Preciso aprender mais para ser capaz”
“Quando eu evoluir, serei digno”
“Ainda não estou pronto”
“Falta algo em mim”
Consequências:
Busca externa infinita por “a resposta”
Acúmulo de cursos, certificações, iniciações sem integração
Sensação permanente de inadequação
Poder entregue a “quem sabe mais”
Adiamento eterno da própria vida
Imagine um diamante coberto de lama. O diamante não precisa “se tornar” precioso — ele já É precioso. O trabalho não é criar o diamante, é remover a lama que esconde seu brilho.
Você é o diamante. As jornadas ajudam a remover a lama.
A lama são:
Condicionamentos que dizem quem você “deveria” ser
Crenças limitantes sobre sua capacidade
Memórias de dor que criaram armaduras
Esquecimento da sua verdadeira natureza
Véus que obscurecem sua luz original
RELEMBRAR Trazer de volta à consciência o que a alma sempre soube. Não é aprender informação nova — é reconhecer verdades que ressoam porque já eram suas.
“Quando você ouve algo e sente ‘isso é verdade’, não é porque alguém te ensinou. É porque você relembrou.”
RECONECTAR Restabelecer ligações que foram desfeitas ou esquecidas. Conexão com sua essência, com a Fonte, com sua sabedoria interior, com aspectos de si que foram abandonados.
“Você não perdeu sua conexão com o divino. Apenas esqueceu que ela existe.”
ACESSAR Abrir portas internas que estavam fechadas. Não criar capacidades novas, mas desbloquear capacidades que sempre estiveram lá, latentes, esperando.
“Seus dons não precisam ser desenvolvidos. Precisam ser desbloqueados.”
REVELAR Permitir que mais de você venha à superfície. Remover camadas de proteção que escondem quem você realmente é. Deixar seu brilho ser visto.
“Você não precisa construir sua luz. Precisa parar de escondê-la.”
Na relação com o conhecimento:
Não busco “a resposta” fora — busco relembrar a resposta dentro
Informação externa serve como gatilho para sabedoria interna
Confio no que ressoa, mesmo sem “prova” externa
Na relação com facilitadores:
Não são superiores que “têm” o que me falta
São espelhos que refletem o que já existe em mim
São guias que apontam caminhos, não donos do destino
Na relação consigo mesmo:
Paro de me tratar como projeto inacabado
Começo a me tratar como obra-prima em revelação
Mudo de “o que preciso consertar” para “o que preciso revelar”
Na relação com o processo:
Não é subir uma montanha — é remover véus
Não é construir — é descobrir
Não é se tornar — é ser
Não nos posicionamos como:
Detentores de conhecimento que você não tem
Superiores que vão “elevar” você
Fonte de algo que falta em você
Nos posicionamos como:
Facilitadores de processos de relembrar
Criadores de campo onde a reconexão acontece
Espelhos que refletem sua própria luz
Guias que apontam portas que você abre
Oferecemos oportunidades para:
Relembrar o que sua alma sempre soube
Reconectar com aspectos esquecidos de si
Acessar capacidades que estavam bloqueadas
Revelar mais de quem você realmente é
Em cada encontro:
Não “ensinamos” — evocamos
Não “damos” — despertamos
Não “construímos” — revelamos
A transformação que você experimenta não é nossa criação. É sua revelação.
“Você não está aqui para se tornar alguém. Está aqui para relembrar quem sempre foi.”
Este é talvez o convite mais radical das Jornadas Icó: confiar que você já é suficiente, que a sabedoria já está em você, que o trabalho não é adquirir, mas revelar.
Quando você realmente absorve isso, tudo muda:
A busca ansiosa se torna exploração curiosa
A sensação de falta se torna gratidão pelo que já é
A dependência externa se torna confiança interna
O “ainda não” se torna “já sou, e estou revelando mais”
Você já é. Você já sabe. Nós apenas oferecemos oportunidades para você relembrar, reconectar, acessar… mais de você.
RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL — PERMISSÃO E COMPROMETIMENTO
Nenhuma transformação acontece sem sua permissão e seu comprometimento. Estamos aqui para facilitar e guiar, mas o caminho só pode ser percorrido por você. O convite é assumir total responsabilidade pela sua jornada.
Terceirização da transformação:
Esperar que o facilitador “faça” a cura
Buscar a técnica mágica que resolva tudo
Culpar circunstâncias externas pela estagnação
Participar passivamente esperando resultados
Consequências:
Dependência de facilitadores/gurus
Frustração quando “não funciona”
Ciclo de busca externa infinita
Poder pessoal entregue a outros
Imagine um personal trainer. Ele pode criar o melhor programa, demonstrar os exercícios, motivar e corrigir. Mas ele não pode fazer a flexão por você. Se você não fizer, não há resultado.
Da mesma forma, nas Jornadas Icó:
Podemos criar o campo energético
Podemos guiar as meditações
Podemos oferecer as ferramentas
Podemos sustentar o espaço
Mas a transformação acontece DENTRO de você, POR você.
PERMISSÃO:
A permissão não é apenas mental. É:
Permissão emocional (disposição para sentir)
Permissão energética (abertura para receber)
Permissão espiritual (entrega ao processo)
Permissão celular (corpo receptivo)
COMPROMETIMENTO:
O comprometimento se manifesta em:
Presença nos encontros (ao vivo ou gravação)
Prática das orientações no cotidiano
Persistência mesmo quando difícil
Paciência com o próprio processo
O que Lena e Silvano FAZEM:
Criar e sustentar o campo energético
Guiar as práticas e meditações
Oferecer conteúdo e ferramentas
Canalizar orientações e ativações
Modelar a Consciência Integrada
O que Lena e Silvano NÃO FAZEM:
Transformar você sem sua participação
Garantir resultados específicos
Resolver seus problemas por você
Substituir seu próprio discernimento
Criar dependência
Desde o início, deixamos claro:
Você é o protagonista da sua jornada
Nós somos facilitadores, não salvadores
Os resultados dependem da sua participação
O poder está em você, não em nós
Isso não é isenção de responsabilidade. É empoderamento. É devolver a você o que sempre foi seu: o poder de se transformar.